Na Dedicação da Catedral e instituição de acólicos, D. António Marto pede Igreja alegre, missionária e samaritana

Na Dedicação da Catedral e instituição de acólicos, D. António Marto pede Igreja alegre, missionária e samaritana

Em clima de festa, centenas de pessoas provenientes de várias partes da Diocese de Leiria-Fátima, em especial das paróquias da Atouguia e do Juncal, participaram na celebração da solenidade da Dedicação da Sé de Leiria, no passado dia 13 de julho.

Presidiu o Bispo diocesano, D. António Marto, que, durante a Missa, instituiu no ministério dos acólitos os seminaristas Dany Gil, da paróquia da Atouguia, e Rui Ruivo, da paróquia do Juncal.

Na homilia, além da alusão à catedral e ao ministério dos acólitos, o Bispo anunciou o tema para o próximo ano pastoral, que será de comemoração do centenário da restauração da Diocese, dizendo esperar “que os atos comemorativos sejam um testemunho de que somos uma Igreja viva, alegre, entusiasta, missionária, misericordiosa e samaritana” (ver abaixo).

Após a celebração, os sacerdotes, os seminaristas, os pré-seminaristas e os familiares e amigos dos novos acólitos tiveram um jantar de confraternização no Seminário Diocesano.

 

Diocesanos em celebração e oferta

Na homilia da solenidade da Dedicação da Catedral, o Bispo de Leiria-Fátima começou por explicar o significado desta celebração como “festa da nossa Igreja local”, de que este templo é “símbolo e centro”. Uma festa que, no fundo, celebra “a obra da salvação realizada pelo Senhor na nossa Igreja e, através dela, no mundo”. Nesse sentido, convidou os muitos diocesanos presentes a “cantar com Maria o magnificat do amor e da fidelidade de Deus às suas promessas, a evocar a história rica de fé e de amor de um povo, a dar graças por todas as maravilhas de graça com que o Senhor tem enriquecido a nossa Igreja e a enriquece hoje com novos ministérios”.

Ainda a propósito desta festa, D. António Marto remeteu para o tema do próximo ano pastoral, em que se comemora o jubileu centenário da restauração da Diocese, com o voto de que “os atos comemorativos sejam um testemunho de que somos uma Igreja viva, alegre, entusiasta, missionária, misericordiosa e samaritana”.

Quanto ao ministério dos acólitos, o Bispo diocesano lembrou que o serviço do altar tem como espiritualidade de base a oferta da vida ao Pai e deu como exemplo dessa experiência os santos Francisco e Jacinta Marto e a resposta que deram à pergunta “quereis oferecer-vos a Deus?”, feita por Nossa Senhora. Tal como eles, é na oferta de si mesmo, sobretudo do “coração para amar e tomar decisões segundo a vontade de Deus”, que cada um poderá ser instrumento da misericórdia de Deus, “para que Jesus atue no mundo através de nós e possa chegar a todos a alegria do Evangelho”.

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