Imagem Peregrina de Fátima entusiasma por onde passa

Imagem Peregrina de Fátima entusiasma por onde passa

Mais do que pelo seu valor material, ou até artístico, uma imagem vale, sobretudo pelo que representa e significa. Neste caso, por Aquela que representa. Por isso é tão querida e acarinhada esta Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima. Pelas paróquias da Diocese, muitas têm sido as manifestações de piedade mariana, em símbolos de festa e alegria, em orações de louvor e de prece, em procissões e vigílias, em flores, balões, sorrisos, aplausos e, também, lágrimas e joelhos em terra.

Desde o passado dia 1 de Maio, data em que chegou à Diocese de Leiria-Fátima, temos partilhado alguns desses momentos na página de facebook da Diocese, sobretudo dos que vamos encontrado replicados por muitos e muitos fiéis pelas redes sociais.

Partilhamos também aqui algumas das imagens e testemunhos que nos têm enviado, para quem quiser aprofundar o sentido e as emoções que se têm vivido e continuarão a viver até ao próximo dia 13 de maio, data em que a Imagem regressa ao Santuário de Fátima, após um périplo de um ano por todo o País.

Pode ainda consultar o arquivo fotográfico que estamos a organizar.

 

2016-05-12 IP 1cruz areiaLeiria e Cruz da Areia

Os dias 1, 2 e 3 de Maio revestiram-se, para a nossa paróquia e vigararia, de especial emoção, com a presença da Imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima

Desde a sua apoteótica receção em frente à Câmara Municipal de Leiria, no Domingo ao final da tarde, até à celebração vicarial de despedida, terça-feira, na paróquia dos Pousos, muitas foram as preces, os cânticos, os sorrisos, as lágrimas ou simplesmente os olhares dirigidos à Mãe de Deus que, como outrora visitou Isabel, também por estes dias se fez nossa hóspede.

Recolhemos uma série de testemunhos na primeira pessoa de algumas pessoas da Paróquia de Leiria e da Cruz da Areia que, de uma forma ou de outra, viveram esta proximidade para com Maria, que não abandona os seus filhos, mas sempre os conduz até Cristo:

«A presença da imagem de Nossa Senhora provocou em mim uma onda de emoção e de alegria. Mas não posso ficar pela emoção! Compreendi mais como a Mãe do Céu é um caminho seguro para Deus, na minha vida quotidiana. Foram momentos de grande graça! Senti que não posso ser uma cristã mais ou menos mas que deverei refletir a minha vida e agir à luz do Evangelho».

«Há momentos difíceis de traduzir em palavras, e este é um deles. Foi uma visita muito curta e talvez por isso me fez sentir alguém privilegiado por poder estar ali. Poder receber aquele sorriso de Maria, que nos envolve e nos faz transbordar de alegria, sorriso que sinto que ela nos pede para levar aos outros… Por impulso, penso em tudo o que lhe posso pedir mas, olhos nos olhos, sem nada dizer e sem nada pensar, apenas consegui agradecer: AVÉ MARIA!»

«Mais do que a alegria estampada no rosto de crianças e graúdos por receber a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima, a emoção de receber a Nossa Mãe na nossa humilde paróquia foi sem dúvida o que mais se destacou. Mãe que transmite paz, que acalma os inquietos e zela pelos fragilizados. A sua infinita misericórdia invadiu os corações de todos os presentes, sendo por isso sem dúvida um momento único de intimidade que cada um de nós teve o privilégio de viver».

«A visita da Imagem da Virgem Peregrina, fez-nos reviver de forma muito sentida e renovada, a devoção a Nossa Senhora de Fátima, reconhecendo que interiormente o seu carinho e o seu amor de Mãe nos tocou de forma muito marcante».

«Foi gratificante ver que, durante as 18 horas em que esteve na Sé, houve sempre uma grande presença de pessoas que a veneraram. Aproveito a oportunidade para agradecer a presença de todos. A imagem da Nossa Mãe partiu, mas deixou no coração de todos nós o calor e a proximidade da sua presença. Obrigada pela visita, Mãe querida!»

«Sabendo que percorreu as diversas dioceses do país, quando vi a imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima, senti que estava a ser convidado a fazer parte e a fortalecer os laços de união, com a vasta comunidade cristã, tal como uma mãe que deseja ter os seus filhos sempre junto a si».

«Na minha memória vai ficar a multidão em procissão a caminho da Sé, vibrante de alegria e de emoção, qual prenúncio do mesmo acolhimento fervoroso a ser vivenciado em todos os actos do programa. Mas tão depressa não irei esquecer o encanto e a densidade espiritual da celebração de despedida (da Sé). Naquela meia tarde de segunda feira, o P. Gonçalo soube ler os sinais do momento, “porque a paróquia tinha de se despedir” da imagem da Senhora do Rosário, prestes a deixar-nos. E como foi tudo tão belo e delicioso! Uma despedida sentida e deliciosa, um maravilhoso encantamento! “Mãe, que fiques Tu, em nossos corações”».

«A imagem de Nossa Senhora provoca sempre em mim um misto de grandes emoções. Aquele seu sorriso, aquela ternura, o seu amor toca no mais fundo do meu coração. E eu canto, eu choro, eu rio…eu amo-te minha Mãe. Eu não te resisto».

«Ó Virgem, Mãe da Ternura e da Misericórdia, Senhora do Sim, Porta do Céu, esta vossa visita foi para mim momento de grande bênção, forte oração e revitalização da minha fé, como membro desta comunidade e no serviço desta grande família que é a Igreja do vosso Filho, Jesus. É com o coração cheio de paz, amor e muita alegria que digo: OBRIGADO Ó VIRGEM PEREGRINA».

In www.paroquiadeleiria.pt

 

2016-05-12 IP 2marrazesMarrazes

A praça de São Tiago nos Marrazes, encheu para receber a imagem Peregrina de Nossa Senhora de Fátima, na passada segunda feira dia 2 de maio, numa caminhada que a Virgem vem a fazer pelas vigararias da Diocese de Leiria Fátima iniciada um dia antes, domingo 1 de maio, dia da Mãe.

“É uma alegria, uma honra e um desafio, e vamos recebê-La com muita alegria”. Afirma à chegada da Virgem Mãe, pelas 21:35, o pároco Augusto Gonçalves. As ruas enfeitadas com velas e flores, e a Filarmónica de São Tiago de Marrazes, chamada ao local, marcaram a chegada da Peregrina com um momento musical, vinda da paróquia da Barosa, numa cerimónia histórica a que responderam as centenas de fieis que saíram à rua, para com o padre Augusto Gonçalves, rezar durante os perto de 20 minutos que a imagem da Virgem Mãe permaneceu junto da igreja. Outro momento de registo durante a oração, foi a entrega de uma pagela com o título “Acto de Entrega a Maria”, lida pelos fieis presentes. “Queremos ser da tua família. Conta-mos contigo Mãe! Nossa Senhora protegei a paróquia dos Marrazes. Nossa Senhora fica connosco!” Pediu o padre Augusto Gonçalves, ao centro da praça rodeado dos fiéis, com a presença do vigário paroquial padre Marco Brites, antes da partida da Virgem Peregrina em direção Leiria, ainda com uma última paragem junto à casa paroquial, onde se encontravam várias crianças que esperavam pela Mãe Peregrina, naquela que segundo o pároco, foi a 1ª visita da Virgem Peregrina à paróquia dos Marrazes.

A peregrinação de Nossa Senhora pelas dioceses de Portugal, acontece no âmbito da comemoração do centenário das Aparições de Fátima, iniciou a 13 de maio de 2015 e termina no próximo dia 13 de maio, com o regresso à Cova da Iria.

Pedro Carvalheiro Silva

 

2016-05-12 IP 3CaxariasCaxarias

 

2016-05-12 IP 4freixiandaFreixianda

 

2016-05-12 IP 5ribeira farrioRibeira do Fárrio

 

2016-05-12 IP 6colmeiasColmeias

 

2016-05-12 IP 7memoriaMemória

 

2016-05-12 IP 8AlbergariaAlbergaria

 

2016-05-12 IP 9sao simaoSão Simão

 

2016-05-12 IP 91milagresMilagres

 

2016-05-12 IP 92arrabalArrabal

 

2016-05-12 IP 92santa eufemiaSanta Eufémia

 

2016-05-12 IP 93regueiraRegueira de Pontes

Mãe admirável, ó mãe peregrina,
tua visita aquece e ilumina,
pois trazes contigo teu filho Jesus,
que é vida, caminho, verdade, e Luz.

Por nossa Judeia, ó mãe, com carinho,
Tu vens apressada, estás a caminho,
E onde tu chegas, a paz faz morada,
As portas te abrimos em cada chegada.

De teu santuário, tu vens, peregrina,
A graça trazendo, que lá se origina.
Ao dar-nos abrigo,
transformas pro bem.
Nosso apostolado abençoas também.

Unida a teu filho, és co-redentora,
A água é mudada em vinho de amor,
Também de esperança e de fé no senhor.

Rezando e vivendo o santo rosário,
Será nossa casa também santuário.
Oh fica connosco, haja o que houver,
Faremos contigo o que Cristo disser.

E assim, mãe querida, doce peregrina,
Rumamos ao tempo que se descortina.
Vivendo a aliança, teu santo convénio,
Será para Cristo o novo milénio.

Obrigado Mãe,

A. Serra

 

2016-05-12 IP 94amorAmor

 

2016-05-12 IP 95ortigosaOrtigosa

 

2016-05-12 IP 96vieira leiriaVieira de Leiria

 

2016-05-12 IP 97marinha grandeMarinha Grande

Foi um momento histórico. Foi um momento vivido intensamente por milhares de pessoas. Foi um momento que deixou marcas. Quem participou na procissão de velas na noite do dia 7 de Maio fê-lo com a surpresa e a alegria de quem sente estar a viver um momento de graça, tanto mais que durante todo o dia de Sábado havia chovido, por vezes torrencialmente, e os pingos de chuva que tinham caído enquanto se aguardava já no Parque da Cerca a chegada da imagem peregrina de Nossa Senhora de Fátima tinham desaparecido, deixando ver o céu estrelado. Milhares de pessoas das paróquias da Marinha Grande, Maceira, Pataias e Alpedriz caminharam assim em procissão compacta e impressionante, cantando e rezando o seu louvor a Nossa Senhora, numa manifestação de fé de que não há memória nesta cidade.

Quem participou no canto do “Akathistos” na igreja paroquial da Marinha Grande sentiu também estar a viver um momento de graça especial, com toda a assembleia a elevar até à Mãe do Céu o seu louvor e a sua gratidão pela protecção que sentiu descer sobre ela, gratidão pela intercessão que faz junto do Seu amado Filho, gratidão pelo carinho e ternura que dispensa a todos os seus filhos a quem ama e por quem chora. A beleza do canto, a expressividade vibrante, a riqueza transmitida no louvor do texto, o sentimento vindo do fundo da alma, foram de tal ordem que não havia pressa em sair da igreja nessa madrugada já de Domingo, não havia pressa de deixar aquele momento para trás, havia quase o desejo de dizer “façamos aqui três tendas”.

Quem participou na noite de vigília de oração, também na igreja da Marinha Grande, sentiu nessas horas de comunhão com Deus e com os irmãos que a sua vida e a de toda a comunidade paroquial não será a mesma de agora em diante. Esses momentos foram vividos tão profundamente que deixam marcas não só na alma, na vontade e na fé de quem lá esteve, mas são também fonte de graça para quem não pôde estar presente.

Quem participou na oração de Laudes de Domingo de manhã viveu ainda a gratidão e o louvor, antecipando já a nostalgia por sentir aproximar-se o momento da partida da imagem representativa da Mãe. Com a igreja quase cheia, com os fiéis participando e seguindo atentamente essa forma de rezar, alguns pela primeira vez, ali se fortaleceu a proximidade com Deus e ali se fortaleceu o sentido comunitário através da veneração e admiração pela Mãe de Deus. O canto, a oração e a meditação foram os caminhos para que os corações das pessoas se abrissem à acção do Espírito Santo e se deixassem tocar pela Sua graça.

Quem viveu na expectativa da preparação e da chegada destes dias sentiu a inquietação pelo mau tempo que ameaçava manter-se, a preocupação de que tudo corresse bem, o nervoso miudinho por querer dar o seu melhor para honrar a Mãe do Céu, o desejo de dar a conhecer o acontecimento ao maior número possível de pessoas para que pudessem participar, saborear e guardar a riqueza derramada abundantemente nesta ocasião e assim reflecti-la, vivendo-a junto dos outros e partilhando-a na comunidade.

Esta visita da imagem peregrina da Virgem Maria foi uma graça especial, foi mesmo o viver um sonho, pela possibilidade que proporcionou de congregar a boa-vontade de inúmeras pessoas e entidades, desde os responsáveis autárquicos às forças de segurança, bombeiros e algumas associações cívicas, que participaram no acolhimento da imagem e na procissão de velas, cada um dentro das suas possibilidades e competências.

Foi também uma graça especial a presença, a emoção e o carinho do pastor da nossa diocese, D. António Marto, que referiu no final da celebração do Akathistos o seu desejo de que esta visita da imagem peregrina de Nossa Senhora não fosse apenas um momento que passasse e ficasse para trás, mas fosse efectivamente um momento marcante no coração de cada um, para uma fé renovada e missionária que ajude a vida e se torne contagiante. Por tudo o que foi vivido, e pela forma como foi vivido, ninguém tem dúvidas de que assim será.

P. Patrício Oliveira

 

2016-05-12 IP 98alpedrizAlpedriz

 

2016-05-12 IP 98pataiasPataias

 

2016-05-12 IP 99maceiraMaceira

Pelas 10h30 de segunda-feira, dia 9 de Maio, chegou a Imagem da Virgem Peregrina à Paróquia da Maceira. Foi emocionante. Cânticos, lágrimas e vivas a Nossa Senhora! Foi feito o devido acolhimento e depois uma singela consagração da vida e das famílias a Maria.

Pelas 11h00, entraram no salão paroquial uma centena de crianças vindas da Marinha Grande, Pataias e Maceira. Foi encantador! Cânticos, beijinhos e desejos de “ter um coração bonito igual ao de Jesus, igual ao de Maria, igual ao de José”.

A emoção foi grande na hora da despedida. O salão paroquial de Maceira foi pequenino para tanta gente. À saída, o “Ó Fátima, adeus!” saiu do coração como um grito da alma. Todos queriam mais e muitos seguiram atrás e foram participar da procissão para a Batalha.

P. Marcelo de Moraes

 

2016-05-12 IP batalhaBatalha

Foi lindo, foi sublime, foi absolutamente extraordinário, que surpresa, que alegria, que estrondosa comoção, acolher a Virgem Mãe naquela gigantesca multidão, que para ser mais verdadeiro, na minha pobre opinião, senti-me mais acolhido pela sua bondade, pelo seu aconchego, pela sua misericórdia no tabernáculo do seu coração.

Senti-me esmagado perante majestosa manifestação de apreço, de amor, de abandono, de entrega à Senhora do Céu e da Terra, à Rainha dos Anjos e de nós homem singular mãe. Não me foi possível conter a lágrimas, embora tentasse amarrar a todo o custo esta profunda comoção, mas que bela surpresa que ao voltar-me vi que muitos, nesta imensa aglomeração, se tornaram solidários e deixavam também pingar de seus olhos a mesma alegria, a mesma prece, a mesma oração, até o tempo ajudou a compor esta harmonização, este belo hino de louvor e de veneração.

Era o desfile das forças militares, motas a fazer de sapadores, bombeiros e até escuteiros a auxiliar. Depois de A acolher pusemo-nos a andar ao descer a encosta altaneira, partindo da capela da Jardoeira, em direção ao mosteiro, tão importante na nossa história, curiosamente, também ele dedicado à Imaculada Mãe, sob o títulos de Santa Maria da Vitória, vi, diante dos meus olhos, um rio do luz em salpicos cintilantes que dançavam ao sabor do vento nas mãos do povo deambulante. Este povo que vos é tão querido, este povo que vos aclama, este povo que vos canta com profunda veneração, a sua prece humilde, a sua singela oração. Cada passo daquela caminhada era fantástico… Bem que me queria concentrar para mais devotamente rezar, mas o meu pensamento espraiava-se no brilho de tanta luz pequenina, a minha mente teimava em vaguear ao sabor da brisa que nos acompanhava a cada passo do nosso caminhar.

Chegados ao mosteiro outro momento espetacular, não me vou perder em devaneios, apenas vos digo: valeu a pena lá estar! É sempre bom ter a companhia desta maravilhosa mãe, digo mais, neste mundo tão atribulado desejamos muito que esta Mãe esteja sempre a nosso lado. É a fé no seu filho o que nos move e a alegria de a ter por mãe o que nos comove. Pela minha mente vagueavam tantas formas de “chamar” por esta mãe:

Virgem do rosário, Maria do sagrado coração, Senhora de Fátima e de Nazaré e de todos os que a invocam. Mãe de Cristo Jesus e do discípulo João, Mãe da nova humanidade e de todos os que por Ela a Deus rogam. Há tantos que através desta ternurenta mãe se abrigam ao aconchego do coração de Jesus fonte eterna de misericórdia e perene salvação. Mãe dos santos, dos fortes, dos robustos e dos pobres pecadores também, Mãe doce, Mãe carinhosa, Mãe de Deus e Mãe de todas as mães. Tem tantos nomes esta Mãe querida, tantas invocações, tantas quantas as nossas alegrias, tantas como as nossas aflições.

É a Senhora do Ó, do bom caminho, da ponte, do Rocio, dos campos, do trigo e das colheitas. Da ajuda e de Almudena e tantas outros nomes poéticos que gostamos de Lhe dar. Os marinheiros e pescadores chamam-Lhe Estrela-do-mar, Senhora da bonança, Mãe do bom porto e outros nomes carinhosos com que A costumam apodar. Por sua vez os aviadores a veneram como Senhora do Bom Vento ou Nossa Senhora do Ar.

Eu gosto mais dos epítetos tradicionais como; Cheia de Graça, Mãe do Salvador, Nossa Senhora da Ternura, Mãe do eterno amor.

Agostinho David

 

2016-05-12 IP pedreirasPedreiras

GIC - Gab. Informação e Comunicação
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