Convívio Fraterno foi experiência transformadora

Convívio Fraterno foi experiência transformadora

Decorreu nos dias 9 a 12 de fevereiro, no Seminário Diocesano de Leiria, o Convívio Fraterno 1351, que contou com a participação de 11 jovens, dos 18 aos 35 anos.

Vindos das paróquias de Batalha, Colmeias, Leiria, Marinha Grande, Marrazes, Matas, Meirinhas, três de Santa Catarina da Serra e um da Amadora, foram acolhidos e orientados pela equipa coordenadora deste Movimento na Diocese de Leiria-Fátima. Na sessão de encerramento, contaram com a presença do Bispo diocesano, D. António Marto, que a todos incentivou a partirem com força renovada para a missão da vida diária.

Partilhamos dois testemunhos de quem viveu por dentro esta experiência:

 

No segundo fim de semana de fevereiro vivi uma das experiências mais marcantes, reveladoras e intensas da minha vida: o Convívio Fraterno (1351).

O convite era simples e claro: PARAR, ESCUTAR, DESCOBRIR-me a mim própria e ao Meu Melhor Amigo, Deus.

Nos dias de hoje, passamos todo o nosso tempo numa correria desenfreada e, muitas vezes sem termos consciência disso, deixamos de parte Aquele que está SEMPRE ao nosso lado, que nos ampara e segura, que nos dá as alegrias da nossa vida e, tantas outras vezes, nos seca as lágrimas nos momentos difíceis.

Neste fim de semana, dediquei todo (ou quase todo) o tempo a Ele, a voltar a reencontrar-me com Ele, a reconciliar-me, a deixar-me seduzir e cativar pelo Seu Olhar de Amor, a assumir as minhas fragilidades e qualidades e a colocá-las nas Suas mãos divinas.

Foi um “soco no estômago”, uma tomada de consciência da importância de Deus na minha vida e de como, tal como o filho pródigo, a minha vida não faz sentido sem o meu Pai, o meu Amigo e protetor.

Para isso, é essencial a oração, as “conversas” com Ele, dar-Lhe algum do nosso precioso tempo para O escutar e nos mostrar o quão grandioso é o Seu amor por nós.

Foram, assim, 3 dias intensos que me ajudaram a encontrar o caminho certo, o que me faz falta e me pode ajudar nos momentos bons e menos bons que a vida me reserve.

Depois, veio o 4.° dia, a volta à rotina e ao contacto com a realidade. Posso dizer que não tenho o mesmo olhar, não respiro da mesma forma e consigo em cada dia que passa retirar algum do tempo (que eu dizia que não tinha) para me reencontrar com Ele, para Lhe agradecer por tudo o que tenho e Lhe pedir forças para a luta do dia a dia.

Agradeço, então, a Deus por me ter proporcionado todos os momentos vividos neste fim de semana que guardo e guardarei para sempre no coração e na memória e por ter colocado cada elemento da equipa dos Convivas na minha vida: encontrei uma nova FAMÍLIA!!!

Ana Faustino

 

Falar dos Convívios Fraternos não é uma tarefa fácil pela quantidade de informação e sentimentos, que se tornam muito complicados de definir ou até explicar.

Eu estava pronta. Levava uma mala com roupa, produtos de higiene, um caderno para ir apontando as minhas reflexões e um estojo. Levava, também, um bocadinho de receio pela incerteza que me esperava e pela dificuldade de sair da minha zona de conforto, mas levava muito entusiasmo e curiosidade em descobrir este “segredo” tão bem guardado sobre o que são e o que se faz nos Convívios Fraternos.

Parabenizaram-me por ter aceite o convite de “parar, olhar, escutar e deixar-me olhar” e isso não me podia ter feito sentir mais orgulhosa da minha opção, mas responsabilizou-me, quase como se me sentisse a entrar para um exame da faculdade.

A verdade é que alguns dos sentimentos como o medo ou a insegurança desapareceram. Mas desapareceram porque deixei de estar num espaço com pessoas desconhecidas para mim para me sentir com uma família. Desapareceram porque quando olhamos e deixamos que Deus nos olhe, o que está à nossa volta pára. Ficamos nós e Ele no caminho, quando apenas temos coragem de parar, olhar e escutar.

Trouxe de lá uma mala com roupa, produtos de higiene, um caderno, um estojo e tantas outras coisas e pessoas que Ele me ensinou e deu. Trouxe uma alegria contagiante que me transformou numa pessoa mais tranquila em relação à vida e a àquilo que ela me traz. Mas, ao mesmo tempo, trouxe muita responsabilidade porque a minha missão começa agora. Começa quando tenho que afirmar perante o mundo que é Ele que me guia, é Ele que dá sentido à minha vida e, para isso, trouxe “o coração a arder” de coragem! E, trago, também, a grande mensagem de que a Ele “agradece-se primeiro e pede-se depois” e, por isso, agradeço tudo o que me deu e peço-Lhe que me ajude para que esta luz nunca se apague.

Os Convívios Fraternos não se explicam. Experimentam-se, sentem-se.

Maria Inês

GIC - Gab. Informação e Comunicação
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