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Vigararia da Batalha fechou ciclo de peregrinações à Sé

Categoria: Notícias
Criado em 13-03-2018
©LMFerraz

“Terminamos com chave-de-ouro o ciclo de peregrinações à Catedral de Leiria”, considerou o Bispo diocesano, D. António Marto, no domingo 11 de março, no final da jornada que mobilizou cerca de quatro centenas de pessoas da vigararia da Batalha.

O início da peregrinação estava previsto em caminhada, mas a chuva e o vento dessa tarde obrigaram a transferir a dinâmica prevista para dentro do templo. Um grupo de jovens e adultos da paróquia da Calvaria apresentou uma encenação sobre a história da Restauração da Diocese, cujo centenário é o móbil destas peregrinações, culminando com o desenvolvimento da temática da carta pastoral do Bispo diocesano para este ano, concentrada nas palavras “sair”, “escutar” e “festejar”. Em jeito de celebração, os textos e os gestos foram intercalados com cânticos, orientados por um grupo da paróquia das Pedreiras.

Uma “aberta” permitiu que todos saíssem para o adro da Sé, onde D. António Marto fez, simbolicamente, o acolhimento aos peregrinos. Se há uns anos foi ele a percorrer as paróquias em visita pastoral, onde se sentiu “acolhido em festa”, esta ocasião serve também para “retribuir essa visita”, na igreja onde tem a sua sede e de onde exerce o seu múnus de pastor. Em resposta, uma largada de balões com “mensagens de amor” à Diocese, preparadas pelos vários anos de todos os centros de catequese da vigararia, retribuiu a expressão de alegria pelo reencontro.

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De regresso ao interior, as bandeiras das várias paróquias abriram o cortejo, simbolizando a união de todas as comunidades ao Bispo e a esta Igreja particular de Leiria-Fátima. Depois, em tom coloquial e envolvendo as crianças e os adultos em diálogo, o pároco da Sé, padre Gonçalo Diniz, fez as “honras” da casa. Primeiro, dando a conhecer alguns dos marcos históricos desta diocese, datas, pessoas, acontecimentos que se cruzam necessariamente com a própria história e significado desta igreja catedral. Depois, explicando algumas das características estéticas, arquitetónicas e artísticas do templo e do seu recheio, que ajudam a acompanhar e a compreender a própria história que por ele passou ao longo de séculos. Dois desses pormenores: o “objeto que a torna diferente de todas as outras igrejas” e de onde deriva o seu nome, a cadeira (sede ou cátedra) do Bispo; e a pedra branca que lhe dá a cor dominante, vinda da Ataíja, território da paróquia de Aljubarrota, desta vigararia da Batalha.

Chegou, então, o centro do programa comemorativo, a celebração da Eucaristia, com animação coral e instrumental pelo grupo da Comunidade Cristã da Golpilheira, reforçado com elementos dos corais da Batalha, dos Casais do Ledos e da Calvaria. Os acólitos da Batalha, os leitores de Aljubarrota, o peditório e ofertório por leigos do Juncal, o rito de envio preparado por Reguengo do Fetal e Pedreiras completaram o conjunto de funções na celebração, significando, também, a união de todas as comunidades nesta Ação de Graças.

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As leituras do dia apresentavam Jesus como sinal supremo do amor de Deus, o Filho enviado para nossa salvação. “É um amor que a humanidade seria incapaz de imaginar”, sublinhou D. António Marto, apontando “ternura, afeto, bondade, graça e fidelidade” como características desse amor que “nos dá toda a confiança e alegria”. O Bispo diocesano reforçou que “Jesus é o centro de todo o Evangelho e o que nos dá a certeza de que o amor de Deus é infinitamente maior do que o nosso coração e do que o nosso pecado”, um amor que “nunca nos abandona”, que “não desiste de cada um de nós” e “é capaz de transformar em graça a vida mais desgraçada”.

A partir desta palavra, D. António Marto defendeu que esse é o papel da Igreja, que “não está no mundo para condenar, mas para ser lugar do amor infinito de Deus”. E deixou aos fiéis da vigararia da Batalha três desafios: a “renovar a fidelidade ao amor de Deus”, a “viver como filhos dignos desse amor”, e a “manifestar aos outros esse amos, em obras de misericórdia, para que todos tenham uma vida digna, boa, fraterna, justa e alegre”.

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O rito de envio, no final da celebração, foi como que a aceitação deste convite. Representantes de cada paróquia vieram receber das mãos do Bispo um candelabro aceso e a missão de serem “mensageiros do Evangelho da paz e testemunhas do amor de Deus no mundo”, a “evangelizar os pobres e consolar os corações atribulados”, a “partilhar com alegria e entusiasmo a fé” e a “levar um sorriso de esperança e um abraço de paz para todos os que encontrarem no caminho quotidiano”.

LMF

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